Quando Eu Falo de Sonho
- Tom Regis

- 25 de mai. de 2020
- 1 min de leitura

Quando eu falo de sonho
não me detenho
não te proponho
Toda vida vai na veia
muito além do que suponho
O destino tece a teia
ante o passo tão medonho
Ainda que a dúvida me assaltar
E eu me perder a perguntar
E se ninguém acreditar?
E se meu braço fraquejar?
E se minha força sucumbir?
E se pensar em desistir?
Posso até pestanejar
por saber que vou sofrer
Cada lágrima que eu chorar
o meu Pai há de ver
O caminho nunca é fácil
e se a jornada machucar
tece o verbo tátil
para a oração cicatrizar
Se não conseguir de primeira
não desista meu irmão
Porque até a mais alta palmeira
já foi semente debaixo do chão









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